Raquel de Almeida, poeta com várias incursões na escrita e na luta cotidiana de escritores negros e periféricos no Brasil, desenvolve a militância com a palavra valendo-se do ato de escrever para estabelecer pontes entre a fala do nosso lugar social e o lugar elitista canônico da literatura brasileira que nos invisibiliza enquanto sujeitos criadores capazes de letrear com arte os sentidos da vida
Miriam Alves