
O Diário de Bitita documenta seus esforços para, ainda criança, encontrar trabalho, garantir a sobrevivência material e manter a dignidade, acima de tudo. Um painel da sociedade agrária brasileira, realçado com tintas de injustiça social, preconceito e discriminação.
A autora, Carolina Maria de Jesus, foi protagonista de um fenômeno editorial no país, nos anos 1960. Seu primeiro livro, Quarto de Despejo, tornou-se best-seller, vendemos 80 mil exemplares só no Brasil, e teve seus direitos de tradução vendidos para 13 idiomas. Seus leitores de fora do Brasil mantêm viva sua memória. A tradução do primeiro livro para o inglês ainda hoje é adotada em escolas norte-americanas.