"(...) O poeta está presente, e guia os passos do prosador pelas vielas que cruzam as vidas dos subalternos, seus personagens de sempre, levando o leitor a nelas também entrar. Dos becos ao hospital, ao sanatório, à escola. E da lama das quebradas ao inferno da prisão, da sala de tortura, entre outros.
O poeta fala. Em todos esses cenários, em todos os textos do livro.
E traduz a periferia e a condição subalterna em formas, tons e modos distintos, sempre surpreendentes. (...)"
Eduardo de Assis Duarte