
É combate e ginga. Escudo e indignação lírica. África, nordeste, é encantamento, leveza e sinal de fé no chamado velho candeeiro bem pra lá do final daquele túnel. Pros manos, minas e monas, alento, respiro, braço forte e esperança. Pros homens, pra todos os homens (só quem é de lá, tá ligado) toma aí um gole desse veneno, um trago do revide literário do Vagnão da Brasa, malandragem.